Depois de um 2010 em que o ouro brilhou, 2011 será o ano de investir em Tesouro Direto por causa da expectativa de alta da taxa básica de juros, a Selic.
Com rentabilidade melhor do que a poupança (para prazos maiores de um ano), especialistas garantem que é um investimento fácil e dão o passo a passo de como fazer a aplicação no Tesouro.
Intermediação gratuita
Para começar, é preciso abrir uma conta em uma corretora. Estão listadas no site do Tesouro Direto (www.tesou ro.fazenda.gov.br) todas as que prestam o serviço, incluindo o preço cobrado pela administração do investimento. "Quatro delas não cobram nada", disse ao jornal O Estado de S. Paulo Rafael Paschoarelli, professor de finanças da Fipecafi.
O investidor pode fazer suas aplicações diretamente no site. Os investimentos no Tesouro pagam IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e IR (Imposto de Renda).
As opções
Escolher em qual título investir é a principal dúvida. Existem dois grandes tipos de papéis: os prefixados e os pós-fixados. Hoje, os pós-fixados são menos arriscados porque o investidor nunca perde o valor efetivamente desembolsado.
Os título prefixados disponíveis são as Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional série F (NTN-F). Os pós-fixados são Letras Financeiras do Tesouro (LFT), Notas do Tesouro Nacional - série B (NTN-B), Notas do Tesouro Nacional - série B Principal (NTN-B Principal) e As Notas do Tesouro Nacional - série C (NTN-C).
Segundo especialistas, o título mais fácil de investir é o LFT. Agora, para quem quer aplicar visando à aposentadoria, a recomendação é a compra de NTN-Bs. "Esse título garante rendimento acima da inflação", diz Paschoarelli.
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