quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Tesouro vende oferta integral de R$ 10 bilhões de LTN e LFT
SÃO PAULO - O Tesouro Nacional vendeu o volume integral de 8,5 milhões de títulos pré e pós-fixados (LTN e LFT) oferecidos ao mercado em leilão tradicional, nesta quinta-feira.
A operação, que tem liquidação financeira amanhã cedo, tem volume financeiro equivalente a R$ 10,227 bilhões.
Os papéis prefixados com pagamento de juro no resgate (LTNs) foram vendidos pelas seguintes taxas médias de retorno: vencimento outubro de 2011, a 11,9974% ao ano; vencimento abril de 2013, a 12,4747% ao ano; e, vencimento janeiro de 2015, a 12,2214% ao ano.
Os papéis pós-fixados, indexados à taxa Selic, as LFTs, foram vendidas pelo valor nominal. Portanto, sem prêmios para os compradores.
(Angela Bitencourt | Valor)
06/01/2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O duplo benefício do Tesouro Direto
Uma das opções mais interessantes para o investidor tradicional, que não deseja se arriscar muito em um mercado como o de ações por exemplo, é a aquisição de títulos públicos federais através do programa Tesouro Direto. No entanto, poucas pessoas sabem da importância que esta modalidade tem, não só para os que precisam poupar e valorizar seus recursos, mas também para o próprio governo federal.
Os títulos públicos federais são uma forma de crédito, emitidos pelo Tesouro Nacional, que têm por objetivo financiar o déficit orçamentário geral da União. Ou seja, adquirindo tais títulos é como se você estivesse emprestando dinheiro ao governo, logo o lucro obtido posteriormente nada mais é do que os juros referentes a esse empréstimo.
Portanto é possível aliar aqui a satisfação pessoal-financeira à colaboração para a dinamização da economia nacional, pois é fato que essa gama de investidores que vem adquirindo títulos públicos nos últimos anos impulsiona a economia no momento em que disponibiliza seus recursos para o governo através do Tesouro Direto.
Este tipo de investimento é bastante democrático, não é preciso altas quantias para ter acesso a ele. O investidor pode iniciar sua aquisição dos títulos com um mínimo de R$200,00, que equivale à fração de 0,2 título. Já o limite máximo para a aquisição de títulos público está fixada em R$ 400.000,00 por mês. No entanto, não existe limite para a manutenção de estoque de títulos públicos, o que quer dizer que o investidor pode acumular o valor referente à aquisição do limite máximo de R$ 400.000 todos os meses.
O pequeno investidor também é beneficiado pelo custo deste tipo de aplicação. As taxas de administração costumam ser menores do que as cobradas nos fundos tradicionais de renda fixa. Portanto, na dúvida entre investimentos de baixo risco, esteja certo de que este é um dos que oferece melhor rentabilidade e é duplamente compensador, devido à sua função de financiar a dívida pública.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Histórico da Renda Fixa
O histórico de instabilidade macroeconômica no Brasil concentrou a poupança privada no segmento de renda fixa nas últimas décadas. As incertezas relacionadas à trajetória das principais variáveis como câmbio, inflação e resultados fiscais do governo contribuíram para manutenção das taxas de juros domésticas em patamares elevados, atraindo os recursos dos investidores, geralmente a prazos extremamente curtos.
No entanto, a consolidação de um cenário estável nos últimos anos, com redução dos riscos para a economia, está alterando o padrão de financiamento com os títulos públicos.
O Tesouro Nacional vem alongando os prazos e mudando o perfil do conjunto dos títulos de sua responsabilidade. No mesmo sentido, com a perspectiva de estabilidade das taxas de juros, os investidores mudam sua percepção de risco, ou seja, consideram expor seus investimentos em renda fixa a prazos mais alongados e a diferentes tipos de remuneração, visando a auferir maiores ganhos. Da mesma forma, em épocas de crise, os investidores tendem a ficar mais criteriosos, com maior aversão ao risco, mesmo que a decisão represente ganhos menores. Essa escolha representa um conceito básico em finanças – a relação risco x retorno.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
SELIC
Selic significa: Sistema Especial de Liqüidação e Custódia e designa o sistema do ministério da fazenda para controlar a dívida e emissão de títulos. A taxa SELIC é a taxa de juros básica deste sistema, que influência todas as outras taxas de juros do mercado.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Riscos do Investimento do Tesouro Direto
O produto que se compra através do tesouro direto são os títulos públicos do governo federal que é considerado um dos investimentos de mais baixo risco do país, mas isto não significa que não possa perder dinheiro investindo no Tesouro Direto.
Alguns dos principais riscos que existem na compra de títulos públicos são os seguintes:
Risco de Crédito
O risco de crédito representa a possibilidade de o governo dar um calote na dívida interna, ou seja , nos títulos públicos comprados através do Tesouro Direto. Na situação atual, apesar da dívida brasileira ser elevada , a possibilidade de calote da dívida é considerada pequena e o Tesouro Nacional vem tornando mais transparente e profissional o modo de gerenciar a dívida pública brasileira. Um calote causaria um sério abalo no sistema financeiro do país afetando, bancos, fundos de previdência, todos os milhares de aplicadores do Tesouro Direto, todas pessoas que tem aplicações em fundos com parcela em renda fixa etc. e dificilmente algum governante teria coragem de assumir uma posição tão radical. O governo, antes de chegar ao extremo de um calote, tem algumas alternativas como , imprimir mais dinheiro , apesar que isto possa gerar inflação, ou tirar mais dinheiro da população cobrando mais impostos com finalidade de pagar a dívida pública.
Outro fator além do calote simples seria quebra de contratos ou mudanças na legislação que afete os investidores em títulos públicos, por exemplo, mudando índice de correção do títulos corrigidos pela inflação, alterar de forma abusiva a cobrança do imposto de renda etc.
No site do Banco Central há um artigo , Dívida Pública e Prêmio de Risco dos Títulos Públicos
no Brasil, onde cita as várias ocasiões , pré-plano real, os sucessivos choques econômicos e quebras de contrato com investidores em títulos públicos e outros ativos financeiros. A situação hoje é outra, mas é sempre bom conhecer um pouco da história passada. Abaixo segue algumas passagens do artigo:
"Entretanto, após a maxidesvalorização, o governo editou o Decreto-Lei 2.014/
83, que tributava em 45 % os rendimentos provenientes das ORTNs cambiais que
excedessem a correção monetária, frustrando, novamente, a expectativa de ganho das
instituições. Ainda em 1983, houve nova alteração no índice de correção monetária, que
passou a ser o IGP-DI, com reajuste trimestral e expurgo nos efeitos dos choques de
oferta."
"Em 1985, o critério de cálculo da correção monetária foi alterado três vezes."
"O início de 1986 foi a edição do Plano Cruzado, que envolveu a extinção da correção monetária, o congelamento de preços e uma escala móvel para os salários. (Novamente, o critério de cálculo do índice oficial de inflação foi alterado várias vezes ao longo do ano, assim como a forma de tributação dos ativos no mercado financeiro.)"
"Em junho de 1987, foi lançado o terceiro plano econômico do governo Sarney,
o Plano Bresser, que promoveu novo congelamento de preços e aplicou um deflator sobre as operações financeiras."
"Plano Collor, em março de 1990, governo confiscou 80% dos haveres financeiros, que ficaram congelados no Banco Central, rendendo BTN mais 6% a.a. (aplicação compulsória nos recém-criados BTNEs)"
Risco Operacional
O risco operacional diz respeito a possíveis falhas ou fraudes no sistema das corretoras e CBLC na compra e venda de títulos públicos pela Internet. Alguns exemplos de riscos operacionais seria falhas no sistema da CBLC que impessa uma venda bem no dia que precise, possíveis fraudes que ocorram na transferência de recursos da conta do investidor para corretora que depois repassa o valor paro o Tesouro, greve de funcionários do tesouro paralisando o sistema, alguma transferência indevida de títulos etc. Apesar de existir estes riscos, talvez sejam os menos importantes. A transferência de recursos entre a conta do investidor e corretoras são feitas geralmente via DOC/TED onde fica documentado a origem e destino do dinheiro, transferência de títulos para outra titularidade exigiria algum tipo de documentação por escrito do investidor, as corretoras normalmente só transferem o dinheiro para conta corrente do investidor sendo que fica difícil desviar o dinheiro que está na corretora para terceiros.
Risco de Liquidez
Representa o riso de tentar vender um título antes do vencimento e no momento da venda não houver compradores interessados. No caso do Tesouro Direto o governo recompra todas as quartas-feiras o títulos de quem quer vender antes do prazo,mas paga o preço de mercado, ou seja, se tiver que vender no meio de uma crise pode ter perdas ou rendimento abaixo do esperado. Estas recompras diminuem o risco de liquidez. O governo faz recompras de título de qualquer valor não havendo limites, somente as compras tem um limite de 400 mil por mês. Apesar de existir estas recompras , o governo não está obrigado a faze-las, pondedo paralizá-las se assim desejar , mas provavelmente esta seria uma medida extrema e provavelmente não seria por muito tempo.
Risco de Mercado
Este provavelmente é o maior risco que corre o aplicador do Tesouro Direto. Este risco refere-se a possibilibilidade de ter um retorno baixo ou mesmo perder parte de capital investido devida as variações de preços dos títulos até o vencimento. Em outro artigo será dado mais alguns detalhes sobre as variações de preços dos títulos, mas uma regra básica, para maioria dos títulos do Tesouro, é que o valor do título é inversamente proporcional á taxa de juros combinada no dia da compra, por exemplo, se comprou um título pré-fixado com taxa de juros de 12,5% aa e daqui um mês estiver sendo vendido com taxa de 15% aa provavelmente, se precisar vender o título, vai receber menos que pagou. Aguardando até o vencimento este risco diminui pois o governo garante o pagamento dos juros combinados na hora da compra, mas mesmo assim ainda sobra um outro risco nos títulos pré-fixados e corrigidos pela SELIC, que é de existir algum surto inflacionário não previsto pelo mercado na hora da compra que possa corroer uma parte dos rendimentos, títulos corrigidos pela inflação não apresentam este risco. Note que esta variação da taxa de juros pode funcionar em benefício do investidor se as taxas de juros caem, ou seja, se vender antes do vencimento tem um rendimento maior que o combinado no momento da compra, por exemplo, quem comprou uma LTN em fevereiro de 2006 vencendo em 2008 obteve uma taxa de juros da ordem de 15% ao ano no momento da compra , se vendesse o título em fevereiro de 2007 com a taxa de juros se aproximando do 12% ao ano teria um rendimento de uns 19% , ou seja , maior que os 15% de juros oferecidos no momento da compra.
Risco de Reinvestimento
Títulos que pagam cupons de juros semestrais (NTN-B e NTN-F) aprensentam um outro risco denominado risco de reinvestimento. Para garantir o rendimento teórico do título na hora da compra deve-se reinvestir todos os cupons de juros no mesmo título comprado, mas se as taxas de juros caem, o rendimento dos cupons reinvestidos serão menores e consequentemente o rendimento final será menor que o esperado no momento da compra inicial do título.
Escolha dos Títulos a serem comprados
A escolha de quais títulos comprar no Tesouro Direto pode não ser uma tarefa muito simples, há vários títulos diferentes com prazos de vencimento, taxas de juros calculadas de formas diferentes e depende das necessidades e perfil de cada investidor. No site do Tesouro Direto há a página de Perfil do Investimento onde há algumas orientações de como escolher o título mais adequado.
Uma estratégia simples seria comprar o título e aguardar até o vencimento e depois reaplicar se não for usar o dinheiro. Aguardando até o vencimento reduz o risco de mercado pois não tendo que vender antes do vencimento não corre o risco de ter que vender o título por um preço muito baixo bem no meio de uma crise. Se for usar esta estratégia já elimina alguns títulos que estão além do tempo previsto para o uso do dinheiro investido no Tesouro direto, por exemplo, se for usar o dinheiro aplicado em 2 anos não iria comprar títulos vencendo daqui 10 anos.
Mesmo que tenha planos de investir para o longo prazo , 20 anos, por exemplo, para usar na aposentadoria, talvez seja interessante comprar títulos vencendo com datas mais próximas pois, como foi visto, títulos de mais longo prazo tem maiores oscilações nos preços. O título talvez mais conservador do Tesouro Direto é a LFT, apesar de ser um título de vencimento mais longo, 5 ou 6 anos, funciona na prática com rentabilidade de um título de curtíssimo prazo com correção diária pela taxa SELIC, muito raramante tem rentabilidade negativa e o prazo mais longo permite pagar menos IR pois não tem reaplicar o título periodicamente. Apesar de queda na taxa Selic talvez seja interessante manter uma parecela do valor investido no Tesouro Direto, por exemplo, uns 20% do valor investido , em LFT pois pode sacar o dinheiro a qualquer momento, por exemplo devido algum problema pessoal, idependente da sitação do mercado e em momentos de crise sua carteira de títulos não cai muito pois como foi visto o valor da LFT oscila pouco durante as crises.
Se pretende comprar títulos de mais longo prazo, acima de 5 anos, e pretende ficar com título até o vencimento, as NTNs do tipo B podem ser as opções mais seguras pois tem sempre garantida a correção pela inflação, mais um juros.
Os títulos que pagam cupons de juros (NTN-B e NTN-F) dão um pouco mais de trabalho para o investidor pois a cada 6 meses tem que reaplicar os cupons e muito provavelmente vai ter que adicionar um pouco mais de dinheiro para poder comprar múltiplos de 0,2 título exigido pelo Tesouro Direto. Se gastar o dinheiro dos cupons não reaplicando , no longo prazo, pode perder uma parcela significativa dos seu rendimentos. Títulos com pagamento de cupons são melhores no momento em que está usufruindo do dinheiro investido , por exemplo, pode usar o dinheiro recebido dos cupons para complementar o valor que recebe de aposentadoria.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Variação dos Preços dos Títulos - Risco de Mercado
É importante conhecer a relação entre variação da taxa de juros do título e valor do título, que é quanto irá receber caso necessite vender o título antes do prazo de vencimento. Não será dado detalhes aqui das fórmulas que relacionam a taxa de juros e preço dos títulos, estas informações estão mais detalhadas nos seguintes links do site do tesouro direto:
Manual de Precificação
Metodologia de Cálculo
Alguns conceitos básicos sobre a relação de taxa de juros e preços dos títulos são as seguintes:
- Valor dos preços dos títulos é inversamente proporcional a taxa de juros: para todos os títulos , exceto as LFTs , quando o valor da taxa de juros ao ano sobe o valor do título cai , ou seja, o título fica por um certo tempo com rentabilidade negativa. A LFT é um caso a parte, como o valor do título é corrigido pela variação diária da taxa básica de juros e se o juros sobe o valor do título aumenta.
- A taxa ao ano mostrada no site do tesouro é válida se aguardar até o vencimento do título: a taxa aa que aparece no site do tesouro , somente fica mais próxima da rentabilidade bruta que o investidor vai ter se aguardar até o vencimento, por exemplo, uma NTNB que está sendo vendida com taxa de 8% aa mais IPCA e vencimento daqui a 10 anos não deve ser entendida que todo ano o preço do título irá ser corrigido pelo IPCA mais um ganho de 8%, o preço do título a cada ano até o vencimento vai depender de quanto o mercado está disposto a pagar pelo título, por exemplo a rentabilidade em um ano pode ser IPCA + 1% em outro ano IPCA + 15% , somente no vencimento é que o governo paga conforme o combinado, IPCA mais 8%. Lembrando que isto não é totalmente verdadeiro para títulos que pagam cupons de juros.
- Quanto mais distante o vencimento do título maiores são as variações do preço do título com mudanças na taxa de juros: pelas fórmulas de cálculo dos preços de preços dos títulos pode verificar que quanto maior o prazo de vencimento do título maiores são as variações de preço do títulos com mudanças na taxas de juros. Por exemplo, suponha que uma NTNB foi comprada hoje com uma taxa de 8% aa e vencimento em 2 anos. Se no dia seguinte, por exemplo devido alguma crise, o título está sendo vendido com taxa de 8,5% ao ano, ou seja, o juros subiu 0, 5% há uma queda no preço do título de mais ou menos 1%. Se o mesmo título tivesse prazo de 20 anos a subida de 0,5% na taxa de juros do título implicaria numa queda de uns 9% no preço do título. A LFT também é uma caso a parte, pois como o valor do título é corrigido pela variação diária da taxa básica de juros a data de vencimento influencia muito pouco no preço do título.
Manual de Precificação
Metodologia de Cálculo
Alguns conceitos básicos sobre a relação de taxa de juros e preços dos títulos são as seguintes:
- Valor dos preços dos títulos é inversamente proporcional a taxa de juros: para todos os títulos , exceto as LFTs , quando o valor da taxa de juros ao ano sobe o valor do título cai , ou seja, o título fica por um certo tempo com rentabilidade negativa. A LFT é um caso a parte, como o valor do título é corrigido pela variação diária da taxa básica de juros e se o juros sobe o valor do título aumenta.
- A taxa ao ano mostrada no site do tesouro é válida se aguardar até o vencimento do título: a taxa aa que aparece no site do tesouro , somente fica mais próxima da rentabilidade bruta que o investidor vai ter se aguardar até o vencimento, por exemplo, uma NTNB que está sendo vendida com taxa de 8% aa mais IPCA e vencimento daqui a 10 anos não deve ser entendida que todo ano o preço do título irá ser corrigido pelo IPCA mais um ganho de 8%, o preço do título a cada ano até o vencimento vai depender de quanto o mercado está disposto a pagar pelo título, por exemplo a rentabilidade em um ano pode ser IPCA + 1% em outro ano IPCA + 15% , somente no vencimento é que o governo paga conforme o combinado, IPCA mais 8%. Lembrando que isto não é totalmente verdadeiro para títulos que pagam cupons de juros.
- Quanto mais distante o vencimento do título maiores são as variações do preço do título com mudanças na taxa de juros: pelas fórmulas de cálculo dos preços de preços dos títulos pode verificar que quanto maior o prazo de vencimento do título maiores são as variações de preço do títulos com mudanças na taxas de juros. Por exemplo, suponha que uma NTNB foi comprada hoje com uma taxa de 8% aa e vencimento em 2 anos. Se no dia seguinte, por exemplo devido alguma crise, o título está sendo vendido com taxa de 8,5% ao ano, ou seja, o juros subiu 0, 5% há uma queda no preço do título de mais ou menos 1%. Se o mesmo título tivesse prazo de 20 anos a subida de 0,5% na taxa de juros do título implicaria numa queda de uns 9% no preço do título. A LFT também é uma caso a parte, pois como o valor do título é corrigido pela variação diária da taxa básica de juros a data de vencimento influencia muito pouco no preço do título.
Assinar:
Postagens (Atom)